Com presença de atletas do Niterói, Seleção masculina conquista medalha de ouro no Sul-Americano de Praia

Com uma campanha perfeita, a seleção brasileira se sagrou campeã invicta dos Jogos Sul-Americanos de Praia, e dois jogadores do Niterói Rugby Football Clube fizeram parte do grupo: Renan e Marcelo Tuller. A competição aconteceu em Rosário, na Argentina, entre os dias 16 e 19 de março.

Na fase de grupos, o time venceu Colômbia, Equador, Peru e Venezuela por 2 sets a 0, e garantiu a classificação sem sustos. Na semi, vitória também por 2 a 0 sobre o Chile. A grande final foi contra o Uruguai, e o placar ficou em 2 a 1.

De volta ao Rio após a conquista, Renan destacou a oportunidade de defender as cores do Brasil e festejou a conquista.

“Jogar pela seleção é sempre um prazer indescritível, sonho de criança. Sobre a competição, apesar de entrarmos favoritos, a confirmação só vem na quadra. A final foi bem tensa e tivemos altos e baixos. Foi um jogo digno de handebol de areia, cheio de reviravoltas. No shootout, de cinco chutes, erramos dois, mas o Tuller pegou três dos uruguaios e vencemos por 6×4. Esse tricampeonato sul-americano tem um sabor especial.”

Tuller, primeiro, descreveu a preparação para o torneio.

“Então, a competição para nós,do Niterói, começou há muito tempo. Vínhamos nos preparando para fase de treinamento desde o ano passado, passamos as férias de janeiro treinando, Carnaval, até chegar a fase de treinamento com todos os atletas reunidos.”

E, posteriormente, ao comemorar o título, avaliou a participação.

“Foi meu primeiro Sul-americano de Praia e, consequentemente, minha primeira competição com o COB. Tivemos uma equipe super capacitada por trás, desde a chegada na Argentina até a volta para o Brasil. Além disso, tivemos o apoio das mulheres do Time Brasil, com equipe médica, estrutura de tratamento pós jogos muito boas, devido a organização e preocupação das chefes de equipe com a saúde dos atletas. Tinha também equipe de comunicação com fotógrafas, que permitiram aos atletas terem imagens muito maneiras rapidamente. Competição de nível mediano, por conta do alto nível que joga o Brasil, mas nada de facilidade, jogos difíceis até a final contra o Uruguai, onde fizemos um brilhante 1º set e um segundo com muitos erros. No shootout eu comecei errando a primeira cobrança deixando a gente já atrás, mas depois tive a chance de me redimir e defender 3 batidas dos uruguaios. Com a ajuda dos outros atletas que fizeram suas cobranças, consegui colocar a equipe na liderança. Mais uma vez, a seleção esteve no lugar mais alto do pódio. Não tem nada melhor que isso, é algo inexplicável.”

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